Em meio às recentes críticas públicas do presidente Donald Trump e de outras autoridades americanas ao papa Leão 14, um aspecto tem chamado a atenção: as menções sobre a chamada "teoria da guerra justa", o ensinamento da Igreja que define as condições morais e os limites para o uso legítimo da força.

Depois que Leão 14 —o primeiro americano a comandar a Igreja Católica— condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, alguns políticos do Partido Republicano responderam não apenas defendendo sua posição sobre a guerra, mas questionando o papa em termos teológicos.