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Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

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5.jun.2026 às 23h00
Ouvir o texto Gabriela Echenique Brasília

O governo Lula acredita que a recente decisão de Donald Trump de classificar facções como terroristas pode ser usada no Senado para destravar pautas de interesse do governo que guardam alguma relação com o tema.

O presidente Lula durante a entrega da PEC da segurança, ao lado dos presidentes da Câmara, deputado Hugo Motta, do Senado, senador Davi Alcolumbre. - Pedro Ladeira - 23.abr.25/Folhapress

Integrantes do Palácio do Planalto acham que podem sensibilizar os senadores a votar a PEC da Segurança e o projeto de lei que trata das terras raras.

Para o governo, destravar a PEC pode ser uma resposta institucional ao governo Donald Trump de que o Brasil combate o crime organizado.

Já o PL das terras raras é uma estratégia para garantir a soberania do país diante de um possível acordo com o governo norte-americano sobre o tema.

Governistas admitem, no entanto, que ainda precisam convencer o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a pautar os assuntos.

Ricardo Lewandowski se reúne com magistrados, defensores e advogados para debater a PEC da Segurança ic_share Ícone fechar Voltar Voltar Carregando...

A relação dele com Lula não ajuda, mas interlocutores do presidente, como o ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, têm falado com Alcolumbre com frequência.

Apesar do otimismo, ministros do governo afirmam que a PEC da Segurança só deve entrar na ordem do dia após a aprovação da proposta do fim da escala 6x1.

Como mostrou o Painel, senadores da base e da oposição acreditam que o assunto só deve ser discutido em 2027.

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