Apesar do avanço na produção científica nacional nos últimos anos, pesquisas desenvolvidas no Brasil e em outros países da América Latina ainda enfrentam dificuldades em alcançar maior impacto e reconhecimento internacional.
Financiamento contínuo, regulações menos burocráticas e incentivos à carreira de pesquisador são caminhos necessários para reduzir assimetrias entre instituições da região e organizações do norte global.
Os temas foram debatidos por participantes das duas últimas mesas no evento Vozes da Ciência Latino-Americana, organizado pelo Einstein Hospital Israelita nesta quarta-feira (6), no Centro de Ensino e Pesquisa do hospital, em São Paulo.