O promotor Plínio Gentil, do Ministério Público de São Paulo, se queixou após o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, ter anulado uma de sua nomeação para o Geduc, o Grupo de Atuação Especial de Educação.
Gentil, enquanto chefiava o órgão diante do afastamento de Costa para a campanha de reeleição ao cargo de procurador-geral, designou a promotora Mirella Monteiro para ocupar um dos três assentos no Geduc. A cadeira estava vaga desde janeiro.