A Marcha para Jesus deste ano foi marcada menos por debates sobre fé do que pela discussão sobre os limites entre religião e política. É o que aponta um levantamento da consultoria Ativaweb DataLab, que analisou mais de 17 milhões de menções públicas nas redes sociais nas primeiras 20 horas após o evento realizado em São Paulo.
Segundo o estudo, a principal narrativa identificada foi a crescente rejeição ao uso político da religião. Os pesquisadores afirmam ter encontrado um volume expressivo de manifestações de cristãos criticando a transformação da Marcha em espaço de disputa eleitoral.