A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tenta construir barreiras ao uso de canetas emagrecedoras irregulares em meio a pressões do mundo político, à explosão do consumo e ao apelo nas redes sociais para o uso com fins estéticos.
Em medidas anunciadas nos últimos dias, a agência mirou produtos trazidos do Paraguai ou feitos fora dos padrões sanitários nas farmácias de manipulação.
Trata-se de mercado paralelo ao dos medicamentos registrados pela Anvisa e conhecidos por marcas como Ozempic (semaglutida) e Mounjaro (tirzepatida).