Oito famílias de lituanos precisaram ir a Santos para procurar parentes doentes que foram afastados delas no Rio de Janeiro, em 1º de maio, durante a parada do navio que trouxe ao Brasil um grupo de 600 imigrantes da Lituânia.
Segundo o relato deles, as autoridades ordenaram, naquele dia, o desembarque no Rio de todos os imigrantes que se apresentavam bem de saúde. Já a determinação aos doentes foi a de que permanecessem a bordo e continuassem viagem até Santos a fim de passarem por regime hospitalar.
Assim, famílias foram separadas, e os sadios ficaram sem notícias do exato paradeiro de parentes doentes.